11 músicas que você precisa ouvir no Dia Nacional da Visibilidade Lésbica

Dia 29 de agosto é marcado pelo Dia Nacional da Visibilidade Lésbica. A data é de extrema importância a esse grupo de mulheres, que frequentemente se vê menos representadas do que homens gays. Mas na música, arte conhecida por carregar as mensagens mais libertadoras possíveis, as mulheres lésbicas podem encontrar várias letras histórias afetivas importantes para expressar sua existência!

Música internacional

Rihanna – Te Amo

A rainha caribenha já retratou em seus clipes muitas situações onde a mulher assume a força e domínio da narrativa. Nessa track a artista canta sobre outra mulher se declarando a ela, mas o romance não tem final feliz, já que Rihanna discorre sobre a dificuldade de ser a bad da moça. O clipe é sexy as hell.

Bikini Kill – Rebel Girl

Um clássico, mas não da música pop. A banda punk americana Bikini Kill é um dos principais símbolos do rock de empoderamento feminino e em sua música mais conhecida, a vocalista, Kathleen Hanna, canta sobre a vontade de ser sua amiga e talvez um pouco mais.

Le Tigre – Viz

Kathleen Hanna representa novamente! Depois do Bikini Kill o ícone formou o trio Le Tigre, onde explorou a música eletrônica (com muita excelência, eles tem uma identidade electropop bem única) e deu continuidade à abordagem de temas pertinentes a feministas e à comunidade LGBT.

 

Mary Lambert – She Keeps Me Warm

Conhecida por sua parceria com Macklemore & Ryan Lewis no hit “Same Love”, Mary Lambert desenvolveu o refrão da collab em uma música cheia de empoderamento lésbico. Na canção, a artista se declara por sua namorada e como a moça faz ela se sentir. É uma das letras mais fofas dos últimos anos, com certeza!

Halsey, Lauren Jauregui – Strangers

Os novos grandes nomes da música pop seguem mostrando que a temática ainda precisa ser abordada. Inspiradas pela história de Romeu e Julieta, elas cantam sobre uma história que começou durante aquelas noitadas loucas que qualquer clubber conhece bem. As duas cantoras são bissexuais e falam abertamente sobre o assunto.

Hayley Kiyoko – Girls Like Girls

Artista ainda mais recente na história da música pop, Hayley é uma artista que se destacou justamente por dar voz às lésbicas na indústria, uma vez que assumiu-se desde o início, investiu nesse hino todo dedicado a meninas gostarem de meninas e é parte de uma geração mais nova, que ainda assiste ao nascimento de seus ídolos.

A cantora ganhou ainda mais notoriedade quando falou publicamente contra a música “Girls”, parceria de Rita Ora com Charli XCX, Cardi B e Bebe Rexha que relaciona interações afetivas ou sexuais com outras mulheres a noites regadas a vinho.

Rita Ora, Charli XCX, Bebe Rexha, Cardi B – Girls

Demi Lovato – Cool For the Summer & Lonely

Falamos recentemente sobre Demi Lovato em nosso instagram e a cantora não sai das nossas listas! Depois do lançamento de “Cool For the Summer”, música que marcou uma evolução no público com o qual Demi vinha trabalhando, ela esclareceu que a música realmente é sobre flertar com uma garota. Além dessa que foi composta especificamente sobre essas vivências, em uma performance de “Lonely”, do álbum Tell Me You Love Me, a cantora Kehlani subiu ao palco para juntar-se a Demi na enorme cama com a qual a apresentação contava e o resultado foi um beijão da música pop!

 

Madonna, Britney Spears, Christina Aguilera – Like A Virgin

Esse momento marcante e decisivo na história da música pop completou 15 anos. Apesar de nenhuma das envolvidas ser de fato lésbica, a apresentação que tem como figura principal uma mulher responsável por uma revolução cultural em relação à sexualidade feminina deixou muita gente de boca aberta, já que lá em 2003 o preconceito era ainda mais forte do que hoje.

Música nacional

A música brasileira também está cheia de representatividade lésbica e artistas que não podem ficar de fora da exaltação do Dia Nacional da Visibilidade Lésbica. Além de ícones que já assumiram suas relações com mulheres como Ana Carolina, Cássia Eller, Adriana Calcanhoto, Marina Lima e, mais recentemente, Daniela Mercury, a produção cultural nacional traz na música popular brasileira letras que falam abertamente e com sensibilidade de romances entre mulheres.

A gente foi buscar ajuda em um livro muito legal para pesquisar essas expressões de sexualidade na história da música brasileira, a obra Nós Duas, de Renato Gonçalves. Fica a indicação pra quem gosta de música, história da sexualidade ou os dois.

Marina Lima – Mesmo que Seja Eu

Ao fazer um cover de Erasmo Carlos, Marina mudou totalmente o sentido da letra por tratar-se de uma mulher dizendo a outra que ela “precisa de um homem pra chamar de seu, mesmo que esse homem seja eu”. Sutilmente genial e contraventora.

Ana Carolina – 8 Estórias

Oito narrativas, oito mulheres.

Ná Ozzette, Kiko Dinucci – Lizete

Já percebemos que nem toda história de amor tem um final feliz, certo? É o que acontece na letra que conta a história de Lizete e Rebeca.

Alice Caymmi – Homem

No cover de Caetano Veloso, o frescor do pop e das brasilidades Alice Caymmi subverte a lógica padrão em relação ao gênero do eu-lírico. Apesar das questões de gênero serem diferentes de sexualidade, de qualquer forma a canção traz uma mulher ocupando um lugar que socialmente é pensado para homens. Falamos da Alice Caymmi algumas vezes aqui no Clubbing, já que ela recentemente passou pelo Club Jerome e pelo Lions Nightclub.

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